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quarta-feira, 1 de maio de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
A Pep Talk from Kid President to You
Sweet Dreams!
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terça-feira, 5 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
pensamentos refrescantes
que seca! (desabafo) tanta coisa para dizer e nada onde escrever. isto faz-me lembrar: tenho de comprar um diário. em papel. com uma capa forte e resistente e bem bonita. para um dia os meus netos (ya, pois!) lerem ao som do crepitar de uma lareira! mas que poética que eu estou! poética. poemas. poemas. delírios. é isso! os Sonhos também são delírios. então cá vão eles. os delírios. todos seguidos sem maiúsculas nem interrupções.
2012 foi generoso. aliciante. motivador até certo ponto. mês. dia. enfim. até que no salto para os 365 dias seguintes tropecei. não sei bem em quê. mas certamente na maior m**** do mundo. 2013 deveria ser um bom ano. para mim, definitivamente, um ano muito bom. não podia ser de outra maneira. 13 era "o" número. o tal! aquele em que depositava todas as minhas forças. mas pelo contrario perdi. perdi sentimentos sinceros. perdi dias de dedicação. perdi. perdi sobretudo a confiança nesta vida. tão pobre. tão sem sal... o janeiro, aquele que todos odeiam por ser tão cumprido, foi simpático, meigo e carinhoso comigo (not). eu não podia desejar melhor ao meu pior inimigo. entre notícias que nos fazem assentar as ideias e perceber o que realmente importa e noites sem dormir nada de novo. de certeza que há algo pior neste mundo tão grande.
o fevereiro que vai a meio está calmo. calmo, mas continua sem sal. até "o" bolo do dia tinha falta de ar. e sim (R.) parecia mesmo um sharpei!
dias a fio ouço risos e conversas paralelas que me dizem pouco ou pelo menos deixaram de fazer sentido. e é verdade, conto os dias e as horas para ver o fds chegar. curto, é certo, mas sabe bem. partilhar. comer. conversar. baixar o botão para off.
no fundo é isso uma vida em estado off.
sábado, 12 de janeiro de 2013
As nuvens de Zach Sobiech
Zach Sobiech é um adolescente de 17 anos, que vive nos Estados Unidos, a quem lhe foi diagnosticado Osteossarcoma (tumor maligno dos ossos que se propaga rapidamente para os pulmões).
O jovem enfrentou meses de quimioterapia, quatro cirurgias ao pulmão entre outras operações. Recentemente os médicos descobriram que o tumor espalhou-se para outras partes do corpo, não existindo mais opções de tratamento.
Zach tem no máximo mais um ano de vida e, sabendo disso, encontrou na música uma forma para se despedir da família e dos amigos.
A família de Zach deu inicio ao fundo "Zach Sobiech Osteosarcoma Fund" para que as crianças diagnosticadas amanhã tenham mais hipóteses de cura.
Well i fell down, down, down
Into this dark and lonely hole
There was no one there to care about me anymore
And i needed a way to climb and grab a hold of the edge
You were sitting there holding a rope
And we'll go up, up, up
But i'll fly a little higher
We'll go up in the clouds because the view is a little nicer
Up here my dear
It won't be long now, it won't be long now
When i get back on land
Well i'll never get my chance
Be ready to live and it'll be ripped right out of my hands
Maybe someday we'll take a little ride
We'll go up, up, up and everything will be just fine
And we'll go up, up, up
But i'll fly a little higher
We'll go up in the clouds because the view is a little nicer
Up here my dear
It won't be long now, it won't be long now
If only i had a little bit more time
If only i had a little bit more time with you
We could go up, up, up
And take that little ride
And sit there holding hands
And everything would be just right
And maybe someday i'll see you again
We'll float up in the clouds and we'll never see the end
And we'll go up, up, up
But i'll fly a little higher
We'll go up in the clouds because the view is a little nicer
Up here my dear
It won't be long now, it won't be long now.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
sábado, 15 de dezembro de 2012
marisco mais viajado que nós
Não resisto a partilhar este texto de João Quadros:
"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco.
Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico. Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti?
Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano.
Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras.
Fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso:
O que não poupávamos se Portugal tivesse mar.
JOÃO QUADROS
"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco.
Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico. Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti?
Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano.
Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras.
Fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso:
O que não poupávamos se Portugal tivesse mar.
JOÃO QUADROS
NEGÓCIOS ONLINE
(TEXTO ESCRITO EM COMPLETO DESACORDO ORTOGRÁFICO)
(TEXTO ESCRITO EM COMPLETO DESACORDO ORTOGRÁFICO)
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
[SÓ]rir
Hoje, tenho vontade de RIR, RIR e voltar a [SÓ]rir...
Porque enfim percebi! Tudo ficou mais claro na minha cabeça...
Será por isso que se diz que:
Muitos químicos e hormonas são libertados no cérebro quando nos rimos. Rir provoca um efeito muito relaxante nos músculos, o que faz com que o corpo e os músculos libertem a tensão e ficam bastantes relaxados.
Pelo menos hoje!
LOL
LOL
LOL
LOL
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
“o essencial é invisível aos olhos (…) eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
terça-feira, 2 de outubro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
momentos atrasados..
Uuuiiiii!!
O que pr'aqui vai!!!!
Tantos dias sem novidades!
A vida prega-nos valentes surpresas... umas boas e outras que são tão amargas quanto o limão! E olhem que eu adoro comer limão!
Mas também houve surpresas muito doces... daquelas que enchem-nos o coração. E fazem a vida valer mesmo a pena.
Nestes últimos tempos... passeei, fotografei, fui ao cinema, comi sushi, recebi presentes, "esplanei" (adoro esta palavra inventada por mim...), viajei para fora cá dentro e viajei para fora mesmo, andei na maior roda do mundo, vi esquilos e pelicanos, experimentei e babei por sapatos lindos, e sobretudo estive sempre bem acompanhada. Rodeada de amigos que me encheram de mimos e carinhos neste mês tão especial - fevereiro.
O que pr'aqui vai!!!!
Tantos dias sem novidades!
A vida prega-nos valentes surpresas... umas boas e outras que são tão amargas quanto o limão! E olhem que eu adoro comer limão!
Mas também houve surpresas muito doces... daquelas que enchem-nos o coração. E fazem a vida valer mesmo a pena.
Nestes últimos tempos... passeei, fotografei, fui ao cinema, comi sushi, recebi presentes, "esplanei" (adoro esta palavra inventada por mim...), viajei para fora cá dentro e viajei para fora mesmo, andei na maior roda do mundo, vi esquilos e pelicanos, experimentei e babei por sapatos lindos, e sobretudo estive sempre bem acompanhada. Rodeada de amigos que me encheram de mimos e carinhos neste mês tão especial - fevereiro.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
A Ponte
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Triste Educação
Hoje fiquei para a minha vida... quando uma jovem de apenas 11 anos me disse, com todos os dentes que tem na boca, que é RACISTA e que a sua família também! E que não tem qualquer problema em assumir isto...
Acreditem que a miúda estava a falar a sério! Convicta das suas palavras e com afirmações fortíssimas...
Isto assusta-me! Não é a miúda que me assusta.. mas sim a mãe. Uma mulher "informada" vinda de famílias igualmente "informadas" a dar uma educação destas...
Segundo a miúda devíamos eliminar do país todos os "pretos nojentos"....
É triste....
quarta-feira, 23 de março de 2011
| Novo espaço em S. João da Madeira |
É o slogan da nova loja de estética de S. João da Madeira. Localizado numa das mais privilegiadas zonas da cidade no que diz respeito ao estacionamento, idealizaram um refúgio de tranquilidade e bem-estar, o Butterfly Woman.
Criando uma harmoniosa sintonia entre as mais sofisticadas técnicas e as terapias clássicas, dedicadas ao rejuvenescimento do corpo e relaxamento da mente, adaptando-se sempre às exigências do ritmo de vida actual e desta forma oferecendo programas individuais e personalizados, à nossa medida.
No Butterfly Woman apresentam-se duas salas concebidas para cuidar da nossa saúde e bem-estar, tendo ao seu dispor um vasto leque de serviços, nomeadamente, unhas de gel
fotodepilação, depilação a cera, cavitação, radiofrequência, massagens de relaxamento, jet bronze, bronzeamento manual, tratamento de rosto, tratamento de corpo, tratamento de parafina, drenagem linfática manual, maquilhagem, manicura, pedicure, exfoliações.
Situada na Avenida do Brasil no nº 966, esta loja de tons femininos desperta em poucos segundos um sentimento de tranquilidade e relaxamento necessário para o nosso bem estar...
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